Oficina Bandeira

Vinte e oito anos no mesmo endereço

O Wanderley abriu a Bandeira em 1998, num galpão alugado na Avenida Paraná. Começou sozinho, com um elevador e uma caixa de ferramentas. Continua no mesmo endereço, agora com três elevadores e seis pessoas.

Oficina que dura tanto tempo no mesmo lugar não sobrevive de cliente novo — sobrevive de cliente que volta. E cliente só volta quando confia. Foi isso que definiu como a gente trabalha.

A regra é simples: o cliente vê tudo. Foto de cada peça antes de trocar, com a medição no lado. Orçamento separando peça de mão de obra. A peça velha numa bandeja, para levar embora se quiser. Nada disso é cortesia — é o mínimo para você saber pelo que está pagando.

Nossos compromissos

Orçamento antes, sempre

Nenhum serviço começa sem orçamento aprovado. Se você levar o carro e não gostar do valor, não cobramos nada pela inspeção.

Foto de cada peça

Com a medição visível. Pastilha com paquímetro, óleo na vareta, disco no micrômetro. Número, não opinião.

Peça velha na bandeja

Tudo que sai do carro fica etiquetado e separado. Leve para conferir com quem você quiser — não temos nada a esconder.

Prazo publicado

Cada serviço tem tempo estimado no site. Se algo atrasar, ligamos avisando — você não precisa perguntar.

Descarte correto

Óleo usado, filtros, baterias e pneus vão para empresa licenciada. Guardamos o certificado de destinação, e você pode pedir para ver.

Diagnóstico honesto

Se o problema for simples e barato, a gente fala. Já mandamos cliente embora pagando R$ 80 quando ele veio esperando gastar R$ 3.000.

O que a gente não faz

Não fazemos funilaria e pintura — indicamos duas oficinas de confiança que fazem. Não mexemos em carro elétrico ainda, porque a equipe não tem a formação de segurança necessária e não vamos improvisar nisso.

Não instalamos peça que o cliente traz de fora, salvo raríssima exceção combinada antes. Não é frescura: se a peça falhar, a discussão de garantia vira um problema sem solução para os dois lados.

E não fazemos "gato" em nada. Se o conserto correto for caro demais para o momento, explicamos o risco e você decide, mas não vamos improvisar solução que coloque alguém em perigo na estrada.